Adelino Follador defende maior integração do Governo com as prefeituras, nas ações de combate ao coronavírus

Adelino Follador defende maior integração do Governo com as prefeituras, nas ações de combate ao coronavírus

Parlamentar criticou ainda a decisão do Detran em aumentar as taxas em 24%

O deputado Adelino Follador (DEM) defendeu, na sessão desta terça-feira (16), uma maior integração entre o Governo e as prefeituras, na definição de ações de enfrentamento à pandemia do coronavírus. Ele também criticou a decisão do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), em aumentar as taxas cobradas em 24%.

“Sugiro o Estado criar uma força tarefa, um grupo para dar apoio aos municípios nessa questão das ações de combate ao coronavírus. Sabemos que o SUS define as competências na alta, média e baixa complexidade. Mas, com a pandemia, muitas vezes os municípios fazem além de suas capacidades, além de suas obrigações. Isso requer uma estrutura que eles não dispõem, não previam e não estavam preparados”, destacou.

Segundo ele, “para garantir o atendimento, há um consumo de produtos muito alto e os remédios muito caros. O Governo precisar ser o ‘maestro’, conversar com os prefeitos e com os secretários municipais de saúde. Se os municípios não conseguem segurar os pacientes, eles vem para rede estadual”.

De acordo com Adelino, “os municípios não foram preparados para isso, estão fazendo milagres, estão se superando, com muitas dificuldades. Vamos ajudar, pois não sei até quando vão aguentar”.

Médicos

Adelino também defendeu que os brasileiros, formados em medicina no exterior, possam ser aproveitados na rede pública de saúde. “Muitos médicos estão na fase final para conseguirem o diploma definitivo aqui no Brasil, e precisavam ser aproveitados na rede pública de saúde”.

Diminuir as taxas

Em seguida, Adelino Follador passou a criticar o aumento nas taxas do Detran. “As taxas do Detran são impagáveis. Aumento de 24% nos impostos é muito caro e inaceitável. Precisamos mudar isso, não podemos aceitar. Reduzir o imposto da cesta básica e dos combustíveis, dizem que não podem. Mas, aumentar o que quer, pode. E mesmo aumentando o valor das taxas, segue sem atender, causando dificuldades para os usuários”.

Texto: Eranildo Costa Luna-ALE/RO

Foto: Diego Queiroz-ALE/RO

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