Boeing corta produção da aeronave 787 após descoberta de problema estrutural

Boeing corta produção da aeronave 787 após descoberta de problema estrutural

A Boeing disse nesta terça-feira (13) que vai reduzir a fabricação do 787 Dreamliner, enquanto trabalha para corrigir uma falha estrutural identificada em sua aeronave comercial.

À medida que realiza mais inspeções e consertos para resolver os problemas da aeronave, a empresa agora espera entregar menos da metade dos 100 787s programados para este ano, ao invés da “grande maioria” inicialmente esperada.

A Boeing não especificou o novo ritmo de fabricação para os 787s, mas disse que será temporariamente menor do que a taxa atual de cinco aviões por mês. Neste ano, a empresa já forneceu 156 aeronaves de vários tipos e modelos, em comparação com 157 no ano anterior.

De acordo com a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos, a avaria na aeronave 787 refere-se a lacunas onde os componentes são conectados, criando tensão nas anteparas (ou FAA).

De acordo com a FAA, a Boeing, que descobriu a falha, vai consertá-la antes que os aviões sejam entregues.

Desde o final do ano passado, tanto o 737 MAX quanto o 787 foram afetados por problemas elétricos e outras dificuldades. A Boeing só voltou a entregar o 787 em março, após uma pausa de cinco meses.

A Boeing declarou: “Continuaremos investindo o tempo necessário para garantir que as aeronaves Boeing sejam da mais alta qualidade antes da entrega.”

A Boeing recebeu 146 pedidos de aviões em junho. Esse valor líquido inclui 71 aviões 737 MAX, além de pedidos que foram alterados para outro modelo ou cancelados integralmente, de acordo com a empresa.

A Boeing disse que sua carteira de pedidos cresceu de 4.121 para 4.166 aviões.

Boeing entregou 45 jatos a clientes em junho, o máximo em um único mês desde março de 2019, quando aconteceu o segundo de dois acidentes catastróficos do 737 MAX.

A Boeing diz que entregou dez aeronaves widebody em junho, uma das quais era um Turkish Airlines 787-9.

Também entregou 35 737s, incluindo 33 737 MAXs e dois aviões de patrulha marítima, para um total de 35 737s entregues.

Fonte: Mixrondonia

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