Esperança de medalha nas Paralimpíadas foi dançarino de Frank Aguiar

Esperança de medalha nas Paralimpíadas foi dançarino de Frank Aguiar

Lus Carlos Cardoso, jovem e habilidoso bailarino, não imaginava que anos depois de se destacar no palco trocaria o forró pelo balanço de canoa na água.

Depois de ser diagnosticado com um parasita na medula espinhal, Piau nasceu no atletismo como parte de sua reabilitação para recuperar alguns movimentos de suas pernas.

Desde então, a sensação da paracanoia brasileira surgiu no cenário internacional, conquistando seis títulos mundiais consecutivos e se tornando uma das principais chances de medalha do Brasil nas Paraolimpíadas de Tóquio.

Lus Carlos, bailarino profissional de nove anos, desenvolveu esquistossomose, doença transmitida por água doce, em 2009. Dois anos depois, em sessões de recuperação, voltou ao esporte e fez do barco seu melhor amigo, um fiel escudeiro.

O paracanoísta subiu rapidamente na classificação do esporte, acabando por suceder o tetracampeão mundial Fernando Fernandes na categoria KL1 200m. A Lus ainda compete no VL2 200m a nível profissional.

Lus Carlos fez sua estreia nos Jogos Rio 2016 e acertou na trave após conquistar seis títulos mundiais. Ele se classificou para a final dos 200m KL1, mas terminou em quarto lugar, perdendo o pódio por pouco. Três anos após o acidente em casa, o canoísta recebeu o Prêmio Brasil Paralímpico de melhor nome da temporada.

Lus aumentou suas chances de ganhar uma medalha paraolímpica após a qualificação para Tóquio 2020 ao voar na Copa do Mundo na Hungria. Em duas provas diferentes, o canoísta se qualificou em caiaque e canoa.

Fonte: Mixrondonia

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