Homem confessa ter matado menino de 10 anos em Rolim de Moura

Homem confessa ter matado menino de 10 anos em Rolim de Moura

O criminoso Paulo Cesar Gomes de Oliveira, 40 anos, foi preso preventivamente em uma rápida ação dos investigadores da Delegacia da Mulher de Rolim de Moura, coordenados pelo delegado Daniel Domeneghetti Hoffmann. Ele confessou ter matado Wanderson Silva, de 10 anos, que estava desaparecido desde a manhã da última quinta-feira (14). A criança foi encontrada morta dentro de uma residência abandonada.

Criança de 10 anos é encontrada morta asfixiada em Rolim de Moura

De acordo com informações apuradas, a criança tinha saído da casa da mãe e estava indo para a residência da sua irmã mais velha. Durante o trajeto, o menino foi abordado pelo criminoso. O assassino então chamou a vítima para ir até a residência abandonada, afirmando que ele iria pagar para a criança ajuda-la na limpeza da casa. No local, o homem teria tentado manter relação sexual com a criança, mas o menino se assustou e tentou correr. Em seguida, o homem segurou a vítima, enforcou e a matou estrangulada.

Após o crime, Paulo Cesar abandonou o corpo da criança na casa, e foi tranquilamente para sua residência, acreditando que ninguém o teria visto com o menino, mas uma pessoa testemunhou o criminoso entrando com a vítima. Com a localização do corpo da criança, os policiais da Delegacia da Mulher iniciaram as investigações. A Polícia Militar também colaborou com o trabalho. Não demorou muito, e o assassino foi identificado. As diligências continuaram, e já no período da tarde, Paulo Cesar foi localizado por policiais da Delegacia da Mulher e encaminhado para a sede da Polícia Civil. Na delegacia, ele acabou confessando o crime, mas negou ter abusado da criança. Paulo Cesar já tinha uma condenação por estupro e estava em liberdade condicional.

O delegado Daniel Domeneghetti Hoffmann representou pela prisão preventiva do assassino, a justiça deferiu e ele foi encaminhado para o presídio estadual. Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

Comando190

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