Hospital Veterinário é fechado pela Prefeitura de Porto Velho

Hospital Veterinário é fechado pela Prefeitura de Porto Velho

Segundo comunicado divulgado pela instituição no Instagram, “a Anclivepa venceu a licitação, realizada pela Prefeitura de Porto Velho, para a realização de castrações gratuitas no município. Na ocasião, a Prefeitura pediu velocidade máxima para começar a prestação do serviço. A entidade deu entrada em toda a documentação necessária para o funcionamento do hospital, mas por burocracia ainda não saíram as autorizações”.

A publicação ainda segue explicando os motivos da interdição, causada por denúncias e pressão do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-RO).

“Para consulta era cobrado o valor de R$ 24,00. Por conta do trabalho de excelência prestado com preços populares, a Anclivepa-SP está sofrendo, principalmente, a pressão dos veterinários da região que fizeram denúncias no CRMV-RO, e agora, recebeu um laudo de interdição por parte da Prefeitura, exatamente a mesma que solicitou maior agilidade no processo de abertura”.

O texto ainda é encerrado pedindo o apoio dos portovelhenses para que o hospital veterinário com preços populares continue com seus serviços na cidade.

“Se você deseja que a Anclivepa-SP se retire de Porto Velho, deixe aqui seu comentário. Mas se você deseja que a Anclivepa-SP continue prestando um serviço de excelência, com preços populares, para animais que provavelmente não teriam atendimento se não fosse o nosso serviço, deixe também sua mensagem de apoio. A decisão da Anclivepa-SP de continuar em Rondônia, atendendo com preços populares, ou de se retirar da região vai depender do seu apoio”.

Atuação

Em conversa com o Rondoniaovivo sobre outra reportagem que será publicada no próximo sábado (25), o presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-RO), Licério Magalhães, informou que o hospital da Anclivepa-SP estaria repleto de irregularidades, segundo ele.

“O local não tem nenhum alvará. Nem da Prefeitura, nem dos Bombeiros, nem autorização do Conselho Regional para funcionamento. Os quatro profissionais que trabalham lá são de São Paulo, não se regularizaram no nosso conselho. Eles devem sofrer processos éticos. Ali está tudo errado”.

Fonte: Rondoniaovivo

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