No Haiti presidente do país é assassinado a tiros em sua casa afirma primeiro-ministro

No Haiti presidente do país é assassinado a tiros em sua casa afirma primeiro-ministro

O ataque ocorreu em meio a uma onda crescente de violência política ligada aos pobres do país caribenho. Há temores de um caos generalizado no Haiti, que está politicamente dividido e sofrendo uma crescente catástrofe humanitária e de escassez de alimentos.

O presidente do Haiti, Jovenel Mose, foi morto esta manhã (07) em sua residência em Porto Príncipe, no que o primeiro-ministro interino Claude Joseph descreveu como um “ato hediondo, nojento e bárbaro”.

Por volta da 1h, uma gangue de pessoas não identificadas invadiu a residência particular do presidente haitiano e o matou a tiros. Segundo Joseph, a primeira-dama Martine Moise ficou ferida e está procurando tratamento médico.

“A Polícia Nacional do Haiti e as Forças Armadas do Haiti estão encarregadas da segurança do país. A declaração continua: “Todos os esforços estão sendo feitos para garantir a continuidade do Estado e proteger a Nação”.

O ataque ocorreu em meio a uma onda crescente de violência política ligada aos pobres do país caribenho. Há temores de um caos generalizado no Haiti, que está politicamente dividido e sofrendo uma crescente catástrofe humanitária e de escassez de alimentos.

“Todos os esforços estão sendo feitos para manter a continuidade do estado e defender a nação”, afirmou Joseph.

Aumento no nível de violência

Tiros foram ouvidos por toda a capital. As gangues lutaram entre si e com a polícia pelo controle das ruas de Porto Príncipe, que aumentou a violência.

Moise, um ex-exportador de banana que assumiu a presidência em 2017, tem enfrentado protestos generalizados, com a oposição acusando-o este ano de tentar estabelecer uma ditadura estendendo seu mandato e se tornando mais autocrático. – Acusações que ele refutou.

Moise argumentou que seu mandato de cinco anos deveria terminar em 2022, uma posição que foi apoiada pelos EUA, pela ONU e pela Organização dos Estados Americanos.

A oposição argumentou que ele deveria ter renunciado no dia 7 de fevereiro, citando um artigo constitucional que afirma que o cronograma começa depois que um presidente é eleito, não quando ele assume o cargo.

Fonte: Mixrondonia.com

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