Pesquisador de RO é o único da Região Norte a vencer premiação

Pesquisador de RO é o único da Região Norte a vencer premiação

A Fundação Rondônia de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia(Fapero), foi agraciada através do pesquisador indicado pela instituição, professor Doutor Leonardo de Azevedo Calderon, que atua na Fiocruz.

Ele alcançou o terceiro lugar no Prêmio CONFAP de Boas Práticas em Fomento à Ciência, Tecnologia e Inovação. O evento foi realizado na manhã desta quinta-feira(09), na cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná.

O presidente da Fapero, professor Paulo Renato Haddad representou o Governo de Rondônia na cerimônia que contou com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marco César Pontes; e do presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), professor Doutor Evaldo Ferreira Vilela.

“O Governo de Rondônia não tem medido esforços para investir na pesquisa e tecnologia por meio das ações de amparo e fomento da qual está inserida a Fapero que completou 10 anos em 2021. O governador Coronel Marcos Rocha, que também é professor, é um entusiasta da ciência”, destacou o presidente da Fapero, Paulo Haddad.

Experiência

Leonardo Calderon é o único a receber o prêmio pela região Norte na categoria Inovação para o Setor Público e o primeiro de Rondônia a conquistar essa premiação. O prêmio é um reconhecimento concedido aos pesquisadores que são destaques no processo científico, tecnológico e de inovação e que tenham produzido frutos para a sociedade em geral.

O pesquisador de Rondônia é Doutor em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília – UnB. Pesquisador em Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Rondônia) e chefe do Centro de Estudos de Biomoléculas Aplicadas à Saúde.

Possui experiência na área de bioquímica, biofísica molecular e bioinformática, atuando principalmente em atividades de prospecção de bioativos com atividade potencialmente úteis em futuras terapias para leishmaniose e malária.

Desenvolve projetos de isolamento e caracterização de proteínas e peptídeos da biodiversidade, funcionalização de peptídeos, e design de minipeptídeos com foco no desenvolvimento de novos fármacos. Orienta mestrandos e doutorandos vinculados aos programas de Pós-graduação em Biologia Experimental, Biodiversidade e Biotecnologia – Rede Bionorte e Conservação e Uso de Recursos Naturais.

O prêmio Professor Francisco Romeu Landi foi criado para incentivar as boas práticas daqueles que se empenham no desenvolvimento de ações e procedimentos criativos, diferenciados, inovadores, eficientes e eficazes no fomento ao desenvolvimento e execução da Política Nacional de CT&I.

Fonte: Assessoria

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