Preço do gás ultrapassa R$ 100 em RO é o 5° mais caro das capitais

Preço do gás ultrapassa R$ 100 em RO é o 5° mais caro das capitais

Levantamento em 29 localidades de Porto Velho revelou que já foram vendidas botijas de gas (13 kg) com preço máximo de 104 reais. Os dados foram colhidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entre os dias 7 e 13 de março.

Segundo a ANP, a botija de gás mais barata encontrada na capital custa R $ 90, enquanto o valor máximo é de R $ 104. Segundo a pesquisa, o preço médio atual do botijão é de R $ 96,34 (veja abaixo os preços médios do gás desde março de 2020).

Preço do gás chega a R$ 104 em Porto Velho

Rondônia tem o 5° gás mais caro das capitais

Em relação aos preços médios, Porto Velho ainda é a capital da botija de gas mais cara do país. O primeiro colocado nesse ranking é Macapá (AP). Veja os dados:

  1. Macapá: R$ 103,44
  2. Cuiabá: R$ 103,07
  3. Boa Vista: R$ 100,63
  4. Rio Branco: R$ 99,72
  5. Porto Velho: R$ 96,34

A capital de Rondônia está neste ranking desde fevereiro, quando o valor médio do cilindro ainda era de R$ 91,72 reais. Em menos de um mês, o preço médio do gás natural ao consumidor subiu 5%.

Ajustes do gás de cozinha em RO durante o ano de 2021

Em janeiro, a Petrobras anunciou que aumentaria em 6% o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), ou seja, o gás de cozinha. Após o reajuste, o valor da Petrobras passará para 35,98 reais por 13 quilos.

Em nota, a empresa reiterou que, desde novembro de 2019, equalizou o preço do gás liquefeito de petróleo nos setores residencial e industrial / comercial, sendo o produto vendido pela Petrobras para distribuidoras a granel.

A Petrobras afirmou ainda que o preço do gás por ela implementado é apurado com base no valor de face das importações, que é determinado pelo valor do produto no mercado internacional, acrescido dos custos que o importador arcará.

Tais como custos de envio, taxas portuárias e outros custos de transporte interno, que constituem o transporte para cada ponto de abastecimento e também são afetados pelas taxas de câmbio.

Para conter o aumento dos preços do gás natural, o presidente Bolsanaro assinou um decreto esta semana para impor um imposto federal zero sobre o gás natural usado para cozinhar.

De acordo com informações da Petrobras, as informações foram coletados entre 31 de janeiro e 6 de fevereiro deste ano, os quais mostram que o preço do gás de cozinha tem a seguinte composição:

  • 47%: custos do próprio gás;
  • 35%: custo de distribuição e revenda;
  • 15%: ICMS, imposto estadual;
  • 3%: impostos federais (PIS/PASEP e Cofins). Fonte: Mixrondonia

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